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3 Macrotendências para impulsionar o seu B2C

3 Macrotendências para impulsionar o seu B2C

Se o seu produto ou serviço é um B2C, é preciso que você conheça as tendências de mercado para garantir o sucesso do seu negócio a médio e longo prazo. Mas como funciona, na pratica, entender essas tendências e aplicá-las?

Primeiro é preciso conhecer os termos, pois, existem as megatendências, as macrotendências  e as tendências, e elas diferem em suas funções e durações.

As megatendências são movimentos de longo prazo, em média de 10 anos. Elas são baseadas em transformações da sociedade e nas influências que elas causam na cultura e na forma como consumimos e nos comportamos.

Tecnologias como Internet das Coisas, Realidade Virtual e Inteligência Artificial são exemplos de macrotendências

Para explicar melhor, usarei um exemplo: O uso de algoritmos para coleta de dados na rede é uma megatendência que permitiu criar a inteligência artificial, esta, que é uma macrotendência, possibilitou a criação de assistentes virtuais como a Siri da Apple ou a Alexa da Amazon, elas são tendências, e em um curto ou médio prazo, já terão evoluído.

É uma relação de causa e efeito, eventos maiores influenciam os menores, que estão interligados à cadeia, impactando diretamente a sociedade.

É importante ter em mente que a sociedade é um organismo vivo, e por isso muda constantemente, além disso, sempre têm tendências que se sobrepõem as outras, ou mesmo as que contradizem as outras, as chamadas “contra tendências”.

Quando você conhece o seu  público, fica muito mais fácil fazer esta investigação e descobrir qual tendência influenciará o seu comportamento. Essas informações são importantes para que você saiba como está se projetando o futuro do seu público, e assim conseguir se manter atualizado com o que ele espera que o seu produto ou serviço entregue.

Em negócios B2C o que mais interessa são as macrotendências, pois tratam do que o consumidor espera dentro de cada corrente.

Veja essas 3 macrotendências, apontadas pelos portal Pecleir de Paris para os próximos anos, e saiba antes como se preparar para as mudanças:

 

1. Natureza aumentada

Uma nova percepção sobre sustentabilidade está crescendo, as pessoas não estão mais contando apenas com o governo para exercer este papel, e tem assumido a responsabilidade sobre o consumo consciente. A economia criativa e compartilhada é um exemplo deste novo modo de pensar, que é reforçado pelo portal BOX 1824, que já havia apontado em 2015, o lowsumerism como uma megatendência.

Neste sentido a qualidade entra como fator decisório na hora da compra. Produtos duráveis e sustentáveis terão mais espaço na sociedade, deve ser crescente também um relacionamento cada vez mais próximo com as marcas, no qual a transparência será sinônimo de confiança.

 

Identidades dinâmicas

A era da  superexposição em mídias sociais e a busca desenfreada por construir uma identidade baseada em fotos, likes e textões está chegando ao fim! As pessoas estão cansadas de ficarem o tempo todo preocupadas com o número de curtidas, visualizações ou em vender uma imagem que nem sempre é real. 

O movimento” body neutrality”- que prega a aceitação do corpo tal como ele é- é um exemplo dessa mudança, além disso, tem crescido o conceito de valorização da “idade emocional”, que está tornando relativa as questões de idade. Até pouco tempo atrás, o parâmetro usado para medir o envelhecimento eram as gerações anteriores, e este, tem servido cada vez menos, pois alem da expectativa de vida ter aumentado, as pessoas estão tendo uma adolescência prolongada. Ainda dentro desta macrotendência esta a “redefinição da masculinidade no mundo atual”, após o empoderamento feminino, o papel do homem mudou, já que ele não é mais necessário como provedor, força física ou até mesmo pai.  Como trabalhar a masculinidade neste novo cenário e encontrar o seu novo papel na sociedade é o desafio dos homens no futuro.

 

Utopias pragmáticas

Essa macrotendência está diretamente relacionada com a economia colaborativa. No passado ela andava em paralelo com as empresas de economia tradicional, hoje este conceito é o propulsor de inovação nessas empresas.

A redefinição do varejo também terá um papel significativo, já que cada vez menos as pessoas têm utilizados lojas físicas para fazerem suas compras. A tendência é de que as lojas físicas assumam um papel mais conceitual e de interação com o cliente, do que de vendas propriamente dito.

A partir do crescimento das comunidades virtuais; posicionamentos políticos, sociais e ambientais ficarão mais evidentes. O consumo tenderá a ser atrelado à identificação, confiança e relacionamento com as marcas, que deverão, portanto, ter um posicionamento claro quanto aos seus valores.

Fontes: 

http://www.peclersparis.com/fr/accueil

HAG.Community
Ana Paula Ribeiro
Ana Paula Ribeiro Seguir

Designer, apaixonada por comportamento de consumo e novas fomas de pensá-lo!

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